Queria escrever a cartografia da falta e do descompasso.
Cristalizo fora o abscesso que reflete pra dentro, pulsando feito contagem
regressiva de bomba relógio biológico. Ego híbrido, organismo anímico.
Na aurora das súbitas desacelerações, somos ígneos, porém
rochas em consolidação. Ainda possuímos o transpirar das pétalas em
fotossíntese. Solar visão!
Véus opacos que quando caem delicados dos céus de anis estrelados escorregam e deixam a pele à mostra. As xícaras de chá transportam à atmosferas entrevistas por feixes de luzes que ganham
tonalidades fortes conforme o traço deixado e permanecem assim até o brilho
irrevogável de uma iluminação sutil.
O que fica é sintoma de cheiro que conduz àquela portinhola
da mente que não te deixa mentir, está sempre aberta, ainda que se adentre
engatinhando.
Sempre o mar,
ainda que alcançado apenas através de tortuosos caminhos
Sempre a lua
acesa numa noite escura
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