terça-feira, 18 de dezembro de 2012


*Olaf Hajek

Quero a espontaneidade de crianças brincando
o sorriso frouxo e a mente acordada
a menor distância e
a comunicação expandida
para além do
“curtir”.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012



quanto mais minha consciência se desloca
mais leve me torno para seguir na senda
da escalada na montanha sagrada
descortinada quando em imaginação integrada 
para além dos trópicos e dos horizontes
das brumas e da noite escura
além da ilusão
luz- coração

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Viagem dentro de ti

                                                                              *Olaf Hajek


Faltam-te pés para viajar?
Viaje dentro de ti mesmo,
E reflete, como a mina de rubis
Os raios de sol para fora de ti
As jornadas trazem Amor e poder
de volta para você.
Se você não pode ir a lugar algum
Mova-se nos caminhos do self.
Eles são como raios de luz,
Sempre mudando, e você muda
Quando os explora.
Uma viagem como essa
Pode transmutar teu pó em ouro puro.

Nasrudin

domingo, 30 de setembro de 2012

virtual


I
Como se possível fosse
todo hábito arraigado
seria supressão de dificuldade
não enfrentamento cotidiano
comodidade dispersiva
esvaziamento de sentido
esgotamento intuitivo
ganho de tempo
disponibilidade para o
ócio criativo


II
Sem o hábito seriamos jogados à própria sorte
num ballet de improviso onde existe o lobo e o próprio homem
Neofílico e herege



III
Que inteligência superior determinou?
Que preencheríamos lacunas de campos destinados
a uma imaterialidade virtual que nos padroniza como tal.
Identidade reificada em rede social
vitrine descorporificada




                                                     * Olaj Hayek

LEGITIMADO PRAGMATISMO VAZIO
O COTIDIANO ME HAVIA ESVAZIADO
AGORA EU ERA UMA ARCABOUÇO EXTERNO
E UM SOPRO DE SURPRESA E LEVE BRISA
ENCONTREI SENTIDO NA SENDA SAGRADA
DA MORADA INTERNA DOS DEUSES ANÍMICOS

sexta-feira, 28 de setembro de 2012


Um sorriso é uma pausa na distância
é quando sua feição alcança a 
lembrança da pureza.

sábado, 22 de setembro de 2012



Palavras costuram vãos de intenção 
descortinam véus de sentidos 
lumes de proximidade espontânea

Palavras reverberam sincronia de
fôlegos híbridos queimando como fogos
em chamas lascívias de transmutação

Palavras chegam antes do entendimento
surgem de fontes suspensas
despertando vontades adormecidas

Palavras ficam soltas no cosmos
se deslocam feito animus nuvem
riscando sendas de significância
ascendendo nuances certeiras
acessando mistérios oblíquos

Palavras ativam o estado vibracional
do coração e da lembrança mítica
que só a ti pertence

Não, São Paulo não me cativou nesse ano. Para mim, privilégio não é estar onde “todo mundo está”, mas estar em um lugar onde se pode, num ...