terça-feira, 18 de maio de 2010

Diagnóstico imediato

Sábado, 15 de maio de 2010

Diagnóstico imediato

• Oscilações orgânicas contundentes, soturnas e dilacerantes me acometem sem sofreguidão;
• Transformo-me na ânsia da madrugada...
• Engulo seco meu devaneio; (mas só por alguns instantes)
• Subterfúgios de ordem externa são incapazes de conter tamanho furor concupiscente;
• Ardilosa trama imbricada de conseqüências danosas;
(alterego: _Onde eu fui me meter?!)
• Minha mente conspira contra mim, ao me encher com pensamentos autodestrutivos de arrependimento. Pedi socorro a mim mesma, e disse isso alto e em bom som. As palavras ecoaram no cosmos e esse pedido de clemência, repousou numa vibração carinhosa e auto-afirmativa do tipo: “_ Está tudo bem!” ,“ Não foi nada, não se arrependa!”, “ Admita: o que tiver que ser, será.” “__Você pelo menos fez sua parte”.
Meu alterego respondeu: “_ Não quero me perder em considerações intuitivas. Preciso respirar! Não consigo sair de casa, não consigo parar de pensar”...
E então me permito sentir, sofrer e amargar uma resistência.
• Tento digerir cada nuance e permaneço intacta, pelo menos aparentemente.
 Ossos do ofício de ser vivente!

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