domingo, 31 de julho de 2016

Eu te mandaria uma carta dizendo:
 _ querido Estocolmo
não posso querer sem nada, sou apenas
a síndrome de um sonho

verto minhas próprias vertigens em versos
-desfiladeiros de subjeção

e entonteço...

chegam nada mais que os vapores
da subjugação

que me permeiam as horas


mas ainda assim
desmaio e renasço
de amores


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