segunda-feira, 7 de julho de 2014

alimentei espectros por toda a noite
seivas lunares sedimentadas em orvalho
marujar das faces distantes
na analogia do tempo
da espera e da esperança
trançar o fio das tessituras cotidianas
dançar sem medo do ridículo
forjar a própria morte no pensamento
pra achar sentido

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