quarta-feira, 24 de julho de 2013


Suspensos na tênue linha imaginária que separa a insanidade da iluminação sutil

no acordo implícito da sintonia

Vento varrendo os vales e quem acredita na sincronia das tardes?

Na presença de animais de poder que espreitam, de luzes que giram significâncias, na transposição de limites translúcidos, na emergência do pulsar cardíaco desgovernado

 sinto um torpor de sonho enigmático decifrando o não agir, o desistir, o desligar

 Saber da ocorrência de planetas internos gravitando em supressões circulares e da existência de sóis com labaredas multicores ardendo no interior dos seres

alma de serenar, no entardecer das memórias, momento de aquiescer

confiar na estrela guia e passageira

na constância das forças do cosmos

e na transmutação eterna das continuidades

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