domingo, 4 de março de 2012

ojo




Sinto-te tomar me em arrepio
Anjo- Espírito
como ondas tensionadas percorrendo
o corpo físico
e me divido
diametralmente
Mente
mecanismo
retilíneo de suspensão aerada
Flama de sopro
Vereda d’água

borbulhando da terra
de nascente estelar
ar
fogo
chão
clarão de rememorar
alhures
cadentes e cativos
humores ambíguos
sob o meio de equilíbrio
no infinito.


2 comentários:

  1. Belo, muito belo, todo ele fluente e habilmente construído, com textura própria, marcante.

    beijo.

    ResponderExcluir