quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

fio de corte- pedra fundida

como se quisesse
ou como se pudesse
como?
me desligar...
roda do sofrimento budista, reencarnações espíritas
ectoplasmas, enganos, sortilégios, encantos
do eterno retorno
ainda que desloque
sou e vou estar
e continuar sendo
sinto
até quando?
não sei quanto
ainda sendo
ser serei
em essência psique
forma de desgarrar não há
perecer
em consciência  adormecida...
estamos fadados a sermos nós mesmos pra sempre,
por eras e eras a fio.

3 comentários:

  1. Muito interessante a sua poesia. E estimulante.

    beijo.

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  2. E temos que vigiar para que nós mesmos não nos intrometamos muito em nós, Fazendo desaparecer o ser, o eterno dono de tantos nós- você e eu- em mim e em você.

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