quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


Tudo é tanto e tão pouco no trivial apelo postergado
falta tempo
sentido
de entrega

 e quando todo umbigo agoniza
na montanha russa invertida
seu nome é empenho
e orgulho
embargado

no fácil enlevo
me atrevo suave
e me deixo levar
para além de todas
as limitações materiais
..........
Tudo, absolutamente tudo pode e deve cair por terra mais cedo ou mais tarde. Vivemos da incompreensão e só ela é combustível para qualquer iluminamento.
Desde Sócrates
 E quando pacóvias observações são sua salvação.
Aí, daquele que conhece, pois reconhece um ensejo subjacente à uma espécie de compromisso.
Quanto mais se sabe, mais comprometido e quão mais ignorante, mais propenso a desfrutar da frugalidade virtual denominada por alguns de felicidade.
Pensar numa eterna batalha, de quem contra quem especificamente? O universo não é tão dual- maniqueísta, assim.  São tantas confluências num jaez de incerteza edificante.
Penso na confraria do segundo andar fronte ao matagal e ao rio turvo cuja plataforma flutuante se torna o charme do inferninho.
Como quem evita o desfalecimento e se entrega à certeza de um preterir.

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